Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome

Enviada em 28/04/2021

Um sentimento de impotência perante uma adversidade de difícil resolução, promovendo um ceticismo acerca da possibilidade de haver um futuro  melhor. É isso o que se vê na personagem principal do quadro " A Coluna Partida" (1944) da pintora Frida Kahlo. No entando essa visão pessimista não se limita à arte, já que na realidade, poucos tem acreditado na superação, por exemplo, do combate a volta da fome no Brasil, dificultando, desse modo, a busca por solução. Nesse sentido, é preciso analisar essa questão no país.

Primeiramente, nota-se que ao permitir a volta da fome o Poder Publico se mostra ausente. Isso porque há uma falha no processo de investimento financeiro, uma vez que faltam verbas para, investir, por exemplo, em programas sociais como o Bolsa Família, o que prejudica o agravamento da escassez da fome. Posto isso, percebe-se que o governo não vem assegurado o bem-estar de todos os cidadãos. Dessa forma vê-se a ruptura do contrato social teorizado pelo filosofo Thomas Hobbes.

Ainda, pontua-se que essa fome é um reflexo da existência de um fato coercitivo. Como prova, verifica-se que o Bolsa Família tem exercido influência sobre uma tranferencia condicional de renda, fazendo com que possa haver um consumo inadequado da pensão. Essa perspectiva pode ser explicada a partir dos estudos do sociólogo Émile Durkheim, posto que, a realidade tende a ser “moldada” por meio de um processo de coerção social.

Ademais, é necessário informar a população, via campanhas midiáticas produzidas por ONGs, sobre como á carência da fome que influência na sociedade, ampliando, assim, a compreensão acerca desse fato social novico, com a finalidade de promover a neutralização do seu processo coercitivo.