Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 28/04/2021
É sabido por todos que o Brasil possui inúmeros problemas socioeconômicos, um dos maiores, senão a maior de todos é a fome que atinge a população mais carente, essa questão havia sofrido uma considerável baixa no ano de 2014 quando o país saiu do mapa da fome, no entanto, devido a impasses como a má gestão governamental e a crise de desempregos causada pela pandemia está sendo cada vez mais ameaçada a sobrevivência dessa grande parcela do povo.
Os programas criados pela presidência como o auxílio emergencial não são o suficiente para famílias inteiras que perderam seu sustento durante o período de lockdown, uma prova disso é que das 84.019 cadastradas no Bolsa Família no Distrito federal, 24.426 foram inelegíveis, não foram autorizadas a receber o benefício emergencial, diz o Ministério da Cidadania. Esse dado alarmante e precário pode ser desviado com uma melhor organização financeira do governo, isso tudo contribui para a permanência do problema.
Em consequência disso, há uma parte da população que está sem assistência que estão vivenciando uma situação desumana, em conjunto com a crise e desemprego aumenta ainda mais a quantidade de pessoas em situação de miséria no Brasil, além de devolver o país ao mapa da fome. Toda essa situação vai contra ao chamado contrato social, termo criado com John Locke, diz que a obrigação do governo é defender o homem e o bem comum garantindo que esse se desenvolva afim de manter a ordem.
Portanto, diante da má gestão governamental em meio à crise entende-se por que o problema persiste. Logo, é necessários que o ministério da cidadania juntamente com o ministério da economia tornem mais efetivos os programas que auxiliam na renda das pessoas em situação precária por meio de aumentos no valor oferecido e rigor na distribuição afim de que ninguém fique para trás e a ordem venha a reinar como no contrato social.