Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 01/05/2021
Diante do contexto histórico de guerras vivenciado na Idade Média, o continente africano vem sofrendo um crescente estágio de fome, onde famílias encontram-se sem habitação e mantimentos. Contudo, fora dessa condição precária, faz-se válido destacar que a relação de pobreza e consequentemente a quantidade de indivíduos com índice de renda abaixo do essencial para sobreviver é uma realidade no Brasil, tornando necessária a tomada de novas medidas para a resolução do impasse.
Segundo o escritor e jornalista inglês George Orwell, somos todos iguais, mas alguns são mais iguais do que outros. Ou seja, no âmbito vigente a desigualdade social tem sido presente no território brasileiro, acarretando assim numa taxa de arrendamento baixa para uma parte da população. Nesse ínterim, vale ressaltar que devido a esse fator de desequilibrio grupal, diversas familias habitam em comunidades e morros com uma alta precaridade, acudindo-se em ajudas dispostas pelo governo como, os auxílios que disponibilizam um valor irrisório longe da necessidade mínima fundamental por cidadão convivente no país.
Entretando, com a falta de educação básica, boa parte dos jovens e adultos não possuem um nível de formação precisa, acarretando assim, no desemprego desestrutural. Além disso, com a falta de renda per capita, esses mesmos cidadãos que não detém de um conhecimento educacional e um faturamento mediano, não conseguem realizar um curso profissionalizante para ao menos obter a contratação de um trabalho. De acordo com o levantamento realizado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, o índice de pobreza no Brasil aumentou em 11.2% de 2016 para 2017.
Destarte, os caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome deve ser exposto e praticado. Para isso, o Ministério da Educação deve incentivar a adesão da conclusão do ensino médio por meio de palestras, as quais sejam realizadas em periferias e bairros pobres. Isso deve ser realizado afim de que o número de pessoas que não concluíram o segundo grau e posteriormente não portam de um emprego diminua. Por fim, o Governo Federal deve aumentar as oportunidades de emprego para a sociedade. Assim, o território brasileiro deixará de ser designado como um país com alto índice de desigualdade social, diminuindo os incontáveis números de desemprego.