Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome

Enviada em 02/05/2021

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todo ser humano tem direito à alimentação básica de qualidade. Apesar disso, a fome ainda é um problema social que atinge muitas pessoas ao redor do mundo e, no Brasil, isso não é diferente, tendo esse empecilho se agravado nos últimos tempos.  Nesse sentido, combater a pobreza e o desemprego no país consistem em caminhos  para evitar que a nação brasileira volte para o mapa da fome.

A princípio, é importante levar em consideração que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2019, o Brasil contava com, aproximadamente, 25% de sua população abaixo da linha de pobreza. Dito isso, percebe-se que a pobreza é uma mazela social marcante no país e ela, certamente, apresenta relação com a questão da fome. Afinal, um cidadão que vive em situação de extrema pobreza não possui condições financeiras para ter acesso a uma boa alimentação. Dessa maneira, combater a pobreza é um dos caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome.

Além disso, conforme dados divulgados pelo site Universo Online (UOL), a taxa de desemprego em 2020 chegou a 14,6%. Essa é uma informação bastante procupante, visto que, o alto índice de desemprego tende a agravar as mazelas sociais no país e uma delas é justamente a fome. Isso ocorre ao passo que o cidadão, sem emprego e, consequentemente, sem renda, não tem condições financeiras para prover a si e, muitas vezes, a sua família, uma alimentação digna. Assim, lutar contra o desemprego é uma alternativa para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome.

Portanto, o Estado deve combater a pobreza, por meio da intensificação de programas voltados para a distribuição de renda, como o Bolsa Família, a fim de tirar muitas famílias da condição de miséria e melhorar a qualidade de vida da população mais carente. Ademais, o Governo Federal precisa lutar contra o desemprego, por intermédio do insentivo à abertura de novos postos de trabalho em empresas públicas e privadas. Tudo isso com o objetivo de diminuir o desemprego e garantir aos cidadãos o direito de ter acesso a uma alimentação digna, como está determinado na Declaração Universal dos Direitos Humanos.