Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 02/05/2021
Segundo Platão, “O importante não é viver, mas viver bem”, para ele a qualidade de vida tem tamanha importância, de modo que ultrapassa a da própria existência. Tal afirmativa não é uma realidade no Brasil, quando o índice de brasileiros desempregados contribui para o ranking de fome ainda ser alto, mas também pela má distribuição de recursos que favoreçam as famílias necessitadas contrariando a citação supracitado.
Em primeiro lugar, é notório o aumento de pessoas em situação de desemprego. Desde a Segunda Revolução Industrial, século XVIII, nota-se um avanço nas tecnologias e a necessidade de uma mão de obra qualificada, mas há poucos profissionais que preencham esses requisitos. De forma que essa escassez causa uma redução na relação de pessoas com uma renda fixa, diminuindo o consumo e consequentemente a falta de recursos suficiente para levar o alimento fundamental as suas residências, provocando uma maior possibilidade para o Brasil voltar ao mapa da fome.
Em segundo lugar, cabe abordar a desigualdade que é vivenciada na rotina de uma grande maioria. Conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o Brasil é o 4° país com o maior PIB do mundo e o 8º mais desigual. Isso acontece porque, verifica-se uma negligência do governo com a população mais carentes, cortando verbas que deveriam ser destinadas para os cidadãos de baixa renda, resultando na dificuldade de muitos não se alimentarem de forma adequada, ou seja, são sustentadas de forma precária, confirmando o índice acima.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar essa problemática. Cabe ao Governo Municipal investir mais recursos em formações profissionais gratuitas, por intermédio de professores especialistas, que debatam acerca da exigência do mercado de trabalho atualmente em diversas áreas, com o objetivo de desenvolver um pensamento mais crítico a respeito do assunto. Outrossim, compete ao Governo Federal, oferecer capital para a distribuição de cestas básicas suficientes para esse público com menor poder aquisitivo. Feito isso, é provada a citação do filósofo Platão.