Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 03/05/2021
Em um dos episódios do seriado mexicano “El Chavo del Ocho”, o professor Girafales representado pelo ator Rúben Aguirre demonstra comoção ao saber que o protagonista Chaves nunca tinha o que alimentar-se em seu dia a dia. Além disso, apesar da insatisfação do mesmo, ele não tomou a iniciativa de cooperar para resolver o problema e ingeriu biscoitos sem oferecer ao personagem injustiçado. Fora da ficção, não acontece diferente no Brasil o problema social que é a fome e a falta de conscientização das pessoas inseridas nesse entrave. Diante dessa persperctiva, é imprescindível acionar medidas para que minimize o número de indivíduos aclopados ao mapa da fome que é tão preocupante no país em questão.
Em primeira análise, precisa-se de um olhar amplo para a questão dos obstáculos que a probreza tem agravado na vida de 32 milhões de pessoas que passam a fome, segundo a geografia do Brasil, gerando o crescimento desproporcional da população em um estado determinado ou território em relação à capacidade de sustentação. A princípio, no período colonial traz em si um modelo bastante parecido com o que encontra-se nos dias atuais, como o sistema de Plantation que em suas consequências eram as condições precárias dos latifundiários pela má distribuição de renda a qual gera-se a grande desigualdade social.
Ademais, a falta de conscientização das pessoas na problemática em análise deixa cada vez de lado os caminhos necessários para a resolução do impasse. Segundo a Constituição Federal, foi inserido o direito à alimentação em 2010, ou seja, é de extrema importância não desprezar esse fator por contribuir e sociabilizar os direitos de todos os cidadãos, especialmente os que estão afetados pela fome e a pobreza. Por outro lado, as políticas públicas são indispensáveis para tomar providências imediatas, como criar programas e auxiliar na renda das famílias prejudicadas, diminuir o índice de desemprego a partir de uma implementação de políticas fiscais e monetárias crescentes.
Logo, medidas são cruciais para a solução do problema. Cabe ao Ministério da Cidadania em parceria de ONGs (Organizações Não Governamentais) criar programas de acesso a alimentação em áreas prejudicadas, por meio de distribuições corretas e administradas, com a finalidade de percorrer as necessidades maiores de uma parte da população brasileira que ainda sofre nesse aspecto de desigualdade social. Ainda mais, é indispensável a participação popular não só obter a consciência, como também icentivar as causas governamentais e acolherr esse grupo social menos favorecido, que faz uma grande diferença e oposiona-se a ação do personagem fictício professor Girafales o qual mostra a realidade de muitas pessoas que ignoram este fator social que é a fome.