Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome

Enviada em 04/05/2021

A grande crise econômica atual, causa pela pandemia do novo corona vírus, tirou de muitos brasileiros sua fonte de renda. Como consequência disso, a NCC Brasil -um canal de notícias através da televisão por assinatura estadunidense- aponta um aumento no números de pessoas sem acesso à alimentação básica regular no país. Nesse viés, diminuir as desigualdades sociais e investir na educação são essenciais na tentativa de evitar que o Brasil volte para o mapa da fome.

Em primeira análise, é importante salientar que a desigualdade é um problema que afeta vários setores do Brasil e tem como grande consequência a falta de alimentos na mesa da população. José de Castro, em seu livro “Geografia da fome”, relata que a falta de nutrientes essenciais não vem de problemas climáticos como a seca, e sim, que está ligada a desigualdade. Segundo o autor, os brasileiros encontraram dificuldade em fazer refeições ideais pois muitos não possuem renda necessárias para poder comprar-las. Assim, indo contrário à Constituição, já que essa prevê a alimentação como um direito a todos.

Ademais, é fundamental apontar que investir na educação é sem duvidas o melhor caminho para diminuir as possibilidades do Brasil voltar para o mapa da fome. Visto que quanto maior for o nível de escolaridade menor a possibilidade de ficar sem emprego, e assim de existir fome, é de extrema importância que haja acesso a uma boa educação, como também garantido na Constituição dos Direitos Civis, pois o acesso do povo a uma educação de qualidade está diretamente relacionado ao aumento da sua capacidade de gerar renda.

Fica evidente, portanto, que medidas precisam ser tomadas para que a problemática não volte à tona. É necessário que o Estado, junto com o Ministério da Educação, invista na formação de professores a fim de fazê-los transmitir uma educação de qualidade e assim diminuir as desigualdades sociais existe. O investimento na educação também proporcionará o aumento de pessoas qualificados e consequentemente a diminuição de desempregos, o que resulta em alimentos na mesa dos brasileiros diariamente.