Caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens
Enviada em 23/04/2024
O processo de globalização iniciado no século XXI influenciou a mudança em diversos cenários sociais, dentre eles, a educação, principalmente no que tange a troca do papel, pelas telas. Consequencia desse fato é o decaimento no número de jovens com o hábito da leitura devido a falta de incentivo governamental e as inovações tecnológicas. Desse modo, é necessario traçar caminhos para incentivar jovens a prática da leitura.
Em primeira análise, é necessário destacar a negligencia do governo para com a educação como uma das causas do embroglio. Sob essa óptica, o filósofo inglês Thomas Hobbes, alega que o Estado é responsável por garantir o bem estar e desenvolvimento social. Nesse sentido, é perceptível a falta de incentivo do Estado a hábitos de leitura em escolas, falta de investimento em bibliotecas públicas, o que deixa, aos poucos, a sociedade e os jovens em geral, com a capacidade intelectual oferecido pelo habito de ler, defasada.
Além disso, vale salientar o desenvolvimento tecnológico,como um perpetuador no impasse. Nessa perspectiva, é notório a constante troca dos livros pelos computadores, TV´S e smartphones entre os jovens, que preferem gastar seu tempo livre com redes sociais e outras programações. Em suma, uma pesquisa realizada recentemente pelo jornal CNN, comprova que 74% de jovens brasileiros alegam não possuem o habito de ler, e passam a maioria de seu tempo usando ferramentas digitais ou realizando outras atividades.
Portanto, é necessário que o Governo Federal por meio do Ministerio da Educação e o da Cultura, promovam o investimento em bibliotecas estudantis, além de promover atividades que incluam leitura na grade curricular de alunos. Além disso, o Ministério da Cultura deve intermediar paletras e campanhas em prol da necessidade e importancia do habito de ler para a formação de jovens, estimulando-os a substituirem os eletronicos pelos livros. Dessa maneira, eles poderão adotar a prática da leitura, substituir as redes pelos livros e fortalecer o intelecto através dos folheios, destravando-se das amarras digitais.