Caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens

Enviada em 26/05/2024

“Quem lê vive mil vidas, quem não lê vive apenas uma.”, disse George R. R Martin, escritor, sua citação demonstra a importância da leitura na vida dos indivíduos ao mostrar como ao se aprofundar nas páginas pode-se adquirir novos conhecimentos. Entretanto, essa realidade é distinta no Brasil já que, os mais jovens estão distantes do hábito de ler, enxerga-se isso nas situações de indiferença social e a indolência estatal. Logo, é válido analisar as causas de tais chagas.

De início, é notável que o desprezo da sociedade pelo hábitos de leitura, principalmente dos pais, prejudica os jovens. Desse modo, foi dito por Claire Fagin, educadora, que o conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença, pode-se relacionar esta fala de Claire com a situação do Brasil, no qual os jovens não têm mais a prática de leitura, isso, deve-se, além da indiferença da sociedade, ao fato da introdução precoce de telas digitais na infância, pois de acordo com a psiquiatra, Dra. Ana B. Barbosa, isso contribui para o vício a telas e redes sociais, o que prejudica o cognitivo e gera problemas de atenção nas crianças. Nota-se, assim, um revés que urge por correção.

Outrossim, a displicência do Ministério da Educação na fomentação de práticas de leitura contribui para o desprezo da prática. Diante disso, foi falado por Thomas Hobbes, filosofo, que é dever do estado de garantir os meios para o progresso de toda coletividade. Percebe-se, por essa declaração, como é fulcral a ação do estado na sociedade, e essa ação é escassa na nação brasileira, já que o Ministério da Educação, não garante a compra de livros suficientes e diversificados para as escolas brasileiras, pois diversas instituições estão em falta de livros para os alunos, o que prejudica esse hábito, já que eles não tem acesso a boas leituras.

Urge, portanto, o dever do Estado, órgão mais importaante do meio nacional, de legislar em prol da resolução desta incógnita. Essa ação deve ser feita mediante a criação de um novo Ministério que foque no auxílio ao fim da indiferença social e da conscientização dos pais sobre os danos causados pelas telas e da garantia de verbas para o Ministério da Educação comprar novos livros, para que assim esse revés possa ser corrigido.