Caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens
Enviada em 19/05/2024
Atualmente, crianças e adolescentes não fazem mais uso de livros para entretenimento ou informação por conta dos aparelhos eletrônicos. Com a criação da Internet em 1969, o mundo sofreu uma mudança, e isso tomou medidas globais com a popularização do conceito em 1988. O fato de que os jovens não têm que buscar informações de forma física, mas sim online, pode deixá-los sem senso crítico caso a leitura seja evitada, e sua interpretação e fala podem ser mais pobres atualmente em comparação ao período em que as redes não existiam. Com a falta da leitura, as pessoas tendem a desconhecer o significado de diversas palavras, o que as torna mais “pobres” em uma forma gramatical, e sua fala também sofrerá desse problema. Atualmente, a Internet em sua grande maioria não influencia os jovens a lerem ou escreverem corretamente, mas ocorre até o contrário disso, como o polêmico “Internetês”. Como a maioria dos adolescentes não lêem e sim usam as redes sociais, sua linguagem se resume a isso, assim como seu repertório. De acordo com Deonísio da Silva, a linguagem que os jovens usam nos aparelhos eletrônicos e nas redes sociais é um besteirol que assassina o português. Com a falta de leitura, você não sabe sobre fatos históricos que influenciam muito em um senso crítico de um indivíduo. Pois com a leitura não somente por acontecimentos mas por frases de filósofos, que eram grandes pensadores, você apura sua forma de diálogo em uma discussão. Porém, sem a leitura, isso se torna impossível, deixando as crianças e adolescentes com um conhecimento raso e sem opinião durante um debate argumentativo ou em relação à política, por não entenderem história e como os lados dos candidatos se comportaram historicamente. Os pais e as instituições governamentais deveriam conscientizar os jovens da importância de ler e financiar esta atividade, para assim eles poderem viver como indivíduos que têm mais a agregar em um local de trabalho, que entendam os debates que ocorrem em épocas de eleição e que possam ter diálogos mais abrangentes. Uma forma de conscientizar a população infantojuvenil é com o uso de panfletos pelas ruas ou até mesmo divulgar em redes sociais. No caso econômico, o governo deveria financiar instituições focadas nos livros, como bibliotecas, e as pessoas poderiam doar livros que já leram para os outros.