Caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens
Enviada em 05/06/2024
No século XVI a igreja dominava a população por meio da ignorância dessa acerca das escrituras. No entanto, ao traduzir a Bíblia para o alemão, Lutero oportunizou a interpretação individual dos textos, possibilitando modificações sociais. No Brasil atual, cinco séculos mais tarde, ainda se precisa de uma figura que incentive e a-cessibilize a leitura, em especial entre os jovens. Afinal, essa se encontra defasada no país. Para tanto, faz-se interessante analisar a gama de benefícios conduzidos pela leitura, assim como o papel das instituições nessa prática.
Primeiramente, é válido ressaltar o conjunto de benefícios assegurados a leitura, como melhoria na ortografia, aumento de vocabulario e estímulo da imaginação. A-demais, como lucro proveniente desse hábito, há o desenvolvimento argumen-tativo do jovem; o qual culmina na formação de pessoas melhor posicionadas. Se-gundo Voltáire, filósofo iluminista, preconceito é opinião sem conhecimento. Sendo assim, através da leitura formam-se jovens instruídos acompanhados de uma maior capacidade argumentativa. Dessa forma, estruturar-se-á uma realidade com opinião embasada e menos preconceituosa.
Outrossim, nota-se a relevância de grupos responsáveis pelo impulso no hábito do consumo de livros entre os adolescentes e jovens adultos. Nesse sentido, insti-tuições como escolas, bibliotecas públicas e as famílias têm papel significativo na abertura de caminhos. Na obra literaria de Ray Bradbury, “Fahrenheit 451", bom-beiros são encarregados de queimar livros para que esses não sejam fontes de co-nhecimento. Do enredo literario à realidade, para que o Brasil não alcance um ce-nário distópico semelhante ao de Bradbury, torna-se de extrema gravidade a atu-ação de órgãos de poder na acessibilização das obras literárias em prol do aumen-to de leitores no país.
Dessarte, no Braill contemporâneo a prática da leitura é evidentemente neces-sária. Portanto, a fim de desenvolver melhores capacidades cognitivas dos jovens, cabe às escolas incentivar desde a infância, por meio de debates lúdicos, a leitura de obras infantis como as de Maurício de Souza. Além do mais, é dever do Minis-tério de Educação, por meio do FNDE, destinar verbas para escolas públicas edifi-carem boas bibliotecas para a maior acessímilzação da leitura entre os jovens.