Caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens
Enviada em 10/07/2024
De acordo com o pensamento positivista de August Comte, as escolas devem priorizar o ensino científico, no entanto, esse pensamento é equivocado na atual sociedade, pois tais estudos não preparam a população, o que possibilita uma sociedade despreparada que ignora, por exemplo, os caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens. Dessa forma, a falta de igualdade e o descaso governamental são fatores que agregam esse cenário.
Em verdade, é válido pontuar a desigualdade como dificuldade para resolução do problema. Segundo o filósofo Inglês Thomas Hobbes, “O Estado é responsável pelo bem-estar da população”. Esse pensamento, que que ultrapassa décadas, vê-se tão atual, especialmente quando se observa o elevado preço dos livros, que aumentam a cada ano, dificultando o interesse na leitura entre a população menos favorecida e a manutenção da prática entre as demais parcelas sociais. Como resultado, o desinteresse literário é cada vez mais perceptível, e o estado, atuando como principal responsável pela melhoria social, precisa intervir para modificação dessa realidade de injustiça.
Ademais, é importante lembrar que o governo não se empenha efetivamente na resolução dessa situação. Conforme cita o artigo 5° da Constituição Federal de 1988, todo cidadão brasileiro tem direito à igualdade. No entanto, a aplicação dessa lei é falha, visto que não há igualdade sem o mínimo de acesso à leitura, dificuldade que enfrenta muitos jovens brasileiros, pelo elevado valor dos livros e baixo número de bibliotecas públicas oferecidas a população, em um país que garante igualdade em sua Constituição há anos. Nesse contexto, a mudança dessa situação de falta de incentivo à leitura é um obstáculo que precisa ser solucionado urgentemente.
Torna-se evidente, portanto, os entraves da problemática supracitada. Assim, cabe ao Governo Federal criar medidas que assegurem o incentivo literário, por meio deprojetos governamentais que minimizem o valor dos livros, como estratégia de ampliação do hábito, inclusive estagnação dos impostos, manutenção e construções de bibliotecas públicas, a fim de que as mudanças aplicadas possam modificar essa situação,podendo, assim, incentivar e ampliar a prática de leitura juvenil.