Caminhos para incentivar a prática de leitura entre jovens

Enviada em 07/01/2025

Para Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que pode mudr o mundo. Isso é evidente com inúmeras revoluções causadas por ideais e embasadas por intelectuais. Dessa forma, a abolição da escravidão, por exemplo, foi umas dos momentos históricos de grande cunho intelectual, que garantiu direitos isonomicamente. Hoje, a prática da leitura ficou cada vez menos difundida, sobretudo com o advento de meios tecnológicos, comprometendo o desenvolvimento intelectual de toda uma geração. Assim, urge analisar que o direito social da educação está comprometido, pela falta de ação das Escolas e intervenção midiátia no âmbito governamental, além da participação familiar.

Em primeiro plano, vale salientar que o Direito à Educação é um Direito Social, previsto na Constituição Federal de 1988, e que não está sendo de fato oferecido à população. Isso se dá porque a pouca prática dos jovens se dá devido ao fato de tecnologias estarem tomando seus tempos e isso pode ser revertida com a atuação da família, incentivando à prática e o Governo difundir campanhas midiáticas impactantes, bem como às Escolas também atuarem.

Ademais, é necessário urgentemente que tal panorama seja revertido, afinal os benfícios da leitura reverberam no dia a dia de cada um, como, por exemplo, melhora da concentração, exercita a memória, incentiva a criatividadade, promovendo jovens inovadores e criativos, o que está em alta na procura do setor empresarial para seus candidatos. E, para isso, a família e escola devem incentivar a prática da leitura.

Por fim, é evidente que medidas precisam ser tomadas para que a prática da leitura e o desenvolvimento dos jovens se tornem saudáveis. Dessa forma, faz-se necessário que o Governo Federal difunda, nos meios midiáticos, propaganda com alto teor sensibilizatório a respeito da necessidade da prática da leitura para o desenvolvimento e formação intelectual do jovem, visando romper com o atual padrão. Além disso, cabe, nas escolas, o incentivo com aulas de leitura ativa e reuniões com as famílias, para que essas estimulem em casa e assim, a Escola e Família promovam jovens com pensamento crítico bem desenvolvido, afinal segundo Kant, o homem não é nada daquilo que a educação faz dele.