Caminhos para incentivar a reciclagem no Brasil

Enviada em 22/01/2025

É indubitável que, em pleno século XXI, no Brasil, a reciclagem ainda não tem sua devida importância. Assim, o problema se dá: ora por falta de conscienti

zação; ora pela inoperância governamental. Logo, a análise esses pontos é condição “sinequa non” para a tomada de medidas visando resolver o problema.

Em primeiro plano, é válido salientar que a Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia - garante o direito à reciclagem de produtos, mas o que é evidente é a deficiente coleta seletiva e a pouca explorada triagem e proces

samento de resíduos. Dessa forma, devido ao ínfimo investimento do governo, há poucos pontos de coleta seletiva e baixo investimento nos processos subsequentes à coleta. A prova disso é que o Brasil só recicla 2,1% dos resíduos coletados, segundo o “Poder 360”.

Ademais, é necessário mencionar que a escola não exerce de forma eficaz seu papel de agente de socialização e promotor de cidadania. Destarte, o que se observa é uma sociedade composta por pessoas não conscientes - que não dão o devido valor à reciclagem e ao meio ambiente. Logo, pessoas poluem o meio, além de jogarem os resíduos nas latas trocadas: ou seja, vidro no recipiente para o papel, e assim sucessivamente. Mas, uma vez conscientizadas, as pessoas poderão respeitar à reciclagem, afinal, segundo Einstein: “uma mente que se abre a uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho origonal”.

Portanto, infere-se que em 2025, no Brasil, a reciclagem ainda não é incentivada e não tem a sua devida importância. À luz dessa asserção, urge que o Governo Federal destine mais verbas para os processos de coleta, triagem e processamento dos resíduos, visando a promoção do processo de reciclagem. Urge, também, que seja promovida a conscientização, por palestras e debates, pelas escolas - agentes de socialização-, visando a formação de cidadãos conscientes a importância de se viver preservar a natureza. A partir desse raciocínio, caminhos para promover a reciclagem serão percorridos, no Brasil, em pleno século XXI.