Caminhos para prevenir a contaminação de alimentos no Brasil

Enviada em 29/05/2024

Segundo o poeta norte americano Jhon Stivem, “os países em desenvolvimento têm passado por sério risco de contaminação alimentar”. Nesse viés, no Brasil, a maior parte das infecções ocorre em residências. Assim, medidas básicas de armazenamento e higiene devem ser levados a sério para evitar problemas potencialmente graves, portanto cabe uma discussão sobre a temática.

Conforme o dramaturgo brasileiro Carl Segan, “enquanto não houver preparo da população sobre os hábitos de higienização ainda vamos nos deparar com muitos casos de infecção alimentar nos hospitais”. Nessa ótica, infecções alimentares são um pouco como viroses: um termo genérico que na verdade designa uma série de doenças. Nessa perspectiva, quase todo mundo já teve, em algum momento da vida, sintomas como indisposição, enjoos, dor de estômago e diarreia associado aos alimentos.

Dessa forma, comuns no dia a dia, as doenças de origem alimentar são um problema de saúde pública em várias partes do mundo. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde(OPAS), mais de 210 mil pessoas apresentam sintomas de doenças transmitidas por alimentos diariamente no continente americano. Quase metade desses casos ocorre entre crianças de 5 anos de idade. Logo, algo deve ser feito para resolver à problemática.

Destarte, cabe a Organização Mundial da Saúde(OMS) em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária(ANVISA) usar parte da arrecadação de impostos com o intento de educar a população sobre hábitos saudáveis de manipulação dos alimentos com o fito de mudar o cenário de tanta contaminação alimentar.