Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 12/05/2018
No limiar do século XXI, as doenças mentais são um dos maiores problemas que o Brasil e convidado a administra e combater. Por um lado, a rapidez e efemeridade das relações líquidas que detêm os indivíduos. Por outro lado a banalização dos transtornos mentais sempre sendo visto com prepotência por parte da vítima e não como patologia, resulta no acrescimento dos casos e por seguinte o seu agravamento que gera o suicídio.
A constante linearidade no aumento das doenças mentais é decorrente do atual cenário. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS, a prevalência de transtornos na população Mundial é de 4,4 e no Brasil 5,8% que sofre com esse problema. Consoante a rapidez que os fatos acontecem o dia-a-dia cada vez mais atribulado as relações líquidas baseadas na efemeridade, sem compromisso e constantes mudanças, surgem a ansiedade, depressão, síndrome do pânico e entre outros transtornos mentais.
Paradoxalmente o aparecimento das doenças mentais, são visto com trivialidade pela população o que gera casos de suicídio. Tal qual a Coordenadora da Comissão de Combate ao Suicído, 98% das pessoas que cometem suicídio tinham transtornos mentais, como depressão, bipolaridade, esquizofrenia e outros, partindo dessa verdade os transtornos são visto como prepotência, culpa da vítima ou estado de humor momentâneo, á medida que essa banalização o tratamento que essas patologias precisam ter e levam ao paciente a piora que resulta nem muitos casos no suicídio.
Diante das argumentos supracitados, é de vital importância o Brasil combater essas doenças. Tendo em vita os jovens como enfoque desse cenário, o MEC investir em escolas e universidade, através de professores e psicólogos, para perceberem sinais e com palestras campanhas e discurso desconstruir a banalização dos transtornos mentais e como isso estabelecer uma nova visão na sociedade brasileira.