Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 23/05/2018
Retorno do Mal do XVIII
Angustia. Solidão. Sofrimento constante. São as principais motivações que tornaram o suicídio um problema de saúde publica no seculo XXI. Isso decorre, principalmente, dos problemas ocasionados pela sociedade contemporânea. Em conjunto, há um pais com poucas políticas públicas voltadas para esse transtorno que sempre existiu mas nunca esteve em tamanha evidência.
A priori, entende-se o suicídio como um fato que pode ser provocado tanto pelo âmbito social quanto emocional. A segunda geração romântica brasileira do seculo XVIII, presenciou diversos poetas vítimas de suicídios devido a 1) insatisfações com o ambiente no qual viviam; 2) idealização da mulher amada, no qual não poderiam ter. Após dois séculos, em um mundo globalizado e digital isso ainda persiste. Adolescentes são os principais causadores da própria morte, devido, principalmente, a baixa autoestima, exclusão e/ou desilusão amorosa.
Em segundo, e notório um estigma em relação ao suicídio. Pensamentos apáticos - que acreditam ser “drama” - inclusos no governo brasileiro impossibilitam a adoção de politicas motivacionais a fim de cuidar/prestar assistência a população com transtornos psicológicos, depressão ou que apenas estejam passando por momentos difíceis. Tanto o governo quanto a sociedade com tais pensamentos dificultam o processo de socialização e solidariedade para com o indivíduo.
Denota-se, portanto, que os problemas sociais em concílio com a falta de assistência prestada àqueles cuja vida está em risco resulta no crescimento do suicídio. Para que tal situação seja revertida cabe ao governo investir em escolas públicas para que as mesmas consigam prestar apoio aos alunos com psicológicos. As famílias, tem-se o papel de auxílio e conversas: sendo direto, oferecendo-lhes apoio, amor e acima de tudo, ajuda.