Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 28/07/2018

O sociólogo Émile Durkheim tratava uma falha institucional, aliada a uma desintegração na sociedade, como anomia. O suicídio se encaixa bem nessa assertiva, visto que transtornos sociais e mentais não são solucionados pela família e tampouco pelos órgãos governamentais, por causa de ineficácia no tratamento de traumas e precária orientação psicológica-social.

Sendo assim, a principal doença que leva ao ato suicida é a depressão. São vários os vetores da mesma, por exemplo, “bullying”, traumas de infância ou adolescência, dentre outros motivos. A série “13 Reasons Why”, corrobora bastante com os dois casos que levam o ser humano à adoecer, haja vista que trata a provocação não-salutar em ambientes escolares, estupro e como resultado o suicídio.

Dessa forma, medidas preventivas são necessárias serem postas em prática. Sendo assim, O Centro de valorização da vida (CVV) por exemplo, organizou linhas telefônicas com voluntários por 24 horas, para apoio emocional e psicológico no  Brasil. Outro ponto positivo são as veiculações de estudos comprovados empiricamente pela Organização mundial da saúde (OMS), por profissionais da área da saúde em redes sociais. Com isso, as chances de casos de suicídio são diminuídas.

Desse modo, o Ministério da Saúde deve fazer campanhas publicitárias acerca da prevenção de suicídio e incentivo a acompanhamento psicológico no maior alcance de veículos informacionais possíveis. Ademais, o Ministério da Educação deve capacitar, orientar e valorizar financeiramente os pedagogos, para que orientem psicologicamente e emocionalmente os educandos. Outrossim, essas medidas aumentariam a discussão acerca do assunto e aumentariam as chances de prevenção do mesmo.