Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 30/06/2018
Os vikings, com uma cultura politeísta, apresentam interpretação comunitária de suicídio que acreditavam no valhalla “palácio daqueles que morreram com violência” como sendo o paraíso. Sendo assim, uma honra muito grande morrer em batalhas ou, em segundo lugar, cometer suicídio, o que dava a certeza de se alcançar o paraíso. Hoje, no Brasil, o problema persiste e a cada ano os números aumentam, visto que a pressão psicológica e o bullying são fatores estimulantes a autodestruição.
Kelvin Breel, em seu livro, “confissões de um adolescente depressivo” ,relata as diversas dificuldades enfrentadas na escola em detrimento do bullying, que o faz perder o rumo de sua vida. Nesse contexto, a biografia pode ser um espelho da vida cotidiana que mostra a realidade enfrentada por diversos cidadões em decorrência de vários motivos que levam ao autoextermínio.
Ademais, de acordo com o sociológo Émile Durkheim, o autocídio Altruísta se caracteriza no qual a pessoa sente-se no dever de fazê-lo para se desembaraçar de uma vida insuportável. Dessa maneira, pode-se citar os jovens entre 19 a 21 anos, que estão inseridos nas universidades acompanhados de enorme pressão mental e que se sentem desestimulados ao longo da vida acadêmica causando estresse e exaustão, levando a autoquíria.
Portanto, psiquiatras deve, em parceria com a psicoterapia, gerenciar a junção de medicamentos e terapia, para que o humano ao longo do caminho possa aprender e se reerguer a ver uma vida em que se sinta inserido na sociedade. E ainda, os publicitários devem fazer palestras em escolas e faculdades, afim de exibir informações de como se prevenir e de como acontece o suicídio, orientando a população e minimizando os impactos. Assim, será possível a concretização da diminuição de mortes que afeta a todos os indivíduos.