Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 13/07/2018

“Só a participação cidadã é capaz de mudar um país”. Essa concepção do sociólogo mineiro Herbert de Souza, nos permite ponderar sobre como o suicídio entre jovens representa uma adversidade a ser enfrentada de maneira mais firme pela malha social. Nesse sentido, cabe analisarmos as principais consequências desse impasse na sociedade.

Em primeiro plano, convém ressaltar que de acordo com o Portal G1, cerca de 3,2% dos suicídios entre jovens na plaga brasileira, ocorrem por sintomas de depressão. Associando o dado ao pensamento do intelectual, e escritor Jô Soares: “Um vazamento eventualmente afundará um navio. Tal estereótipo está coeso com a negligência social que afeta consideravelmente no bem-estar dos adolescentes, fazendo com que a depressão juntamente com a ansiedade atenue consequências drásticas na juventude posterior.

De outra parte, a ansiedade, e o abandono dos familiares estimulam o aumento de suicídios. Assim, o pensamento de Herbert de Souza torna-se coerente com a atual conjuntura da nação, que vive à margem do alto índice de mortes ainda na pré-adolescência. Sinteticamente, destacam-se as ínfimas atitudes das mídias sociais para combater o autocídio no corpo social, assim como também a dos parentes do indivíduo. Afim de obstruir qualquer ideologia suicida oriunda da ansiedade exagerada e discursões familiares.

Diante do exposto, entendemos que o suicídio entre jovens no Brasil requer ações mais concretas para ser atenuada em nosso país. Sob esse viés – o Ministério Público em conjunto com o Ministério da Saúde devem realizar medidas para educar os responsáveis cabíveis pelos jovens - através de campanhas midiáticas que vissem o acompanhamento dos familiares na vida dos adolescentes havendo mais interações entre ambos, e então, conter o avanço de suicídios entre a classe. Dessa maneira, espera-se minimizar o percentual de mortes, e incluir melhorias na sociedade.