Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 23/07/2018
Matar a dor
Van Gogh. Getúlio Vargas. Robin Williams. Esses são exemplos famosos de pessoas que recorreram ao suicídio. Segundo Augusto Cury, quem pensa em suicídio, quer matar a dor, mas nunca a vida. É necessário analisar o tema minuciosamente, passando a ser mais discutido nas rodas familiares e de amigos, assim deixando de ser um tabu. Dessa realidade, medidas precisam ser tomadas para evitar que essa injustiça contra si mesmo ocorra.
Em primeiro lugar, é importante destacar que, a taxa de suicídios tem aumentado notoriamente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a cada minuto duas pessoas se suicidam no mundo; somente no Brasil, 25 mortes diárias são registradas por suicídio. São números alarmantes, o mais preocupante é que muitos desses são jovens -pessoas começando a vida adulta- que ceifam suas vidas sem motivos aparentes para a sociedade.
Convém mencionar, por exemplo, o bullying sofrido pela juventude nas escolas. Ou, ainda, a pressão social e familiar sobre os jovens, podendo resultar em uma depressão precoce. É evidente que já existem caminhos para tal problema, como o CVV (Centro de Valorização a Vida), uma ONG com profissionais qualificados que ajudam a salvar centenas de brasileiros todos os dias. Mas, ainda são necessários outros caminhos para reduzir esse número.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O MS em parceira com ONGs, como o CVV, deve realizar campanhas sociais sobre o assunto para conscientizar os indivíduos a respeito das formas de impedir que o suicídio ocorra com alguém próximo. A escola precisa fornecer apoio profissional aos alunos e, também, promover oficinas de arte, em que os alunos interajam entre si, fortalecendo laços e desenvolvendo a alteridade. E assim, o suicídio passe a ser encarado como uma questão de saúde pública, que precisa de cuidados.