Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 23/07/2018
No filme alemão “Suicide Room”, o jovem protagonista Dominik demonstra vários indícios suicida, e por falta de apoio ou tratamento, comete suicídio. Saindo das temas, a realidade não é muito divergente. O suicídio no Brasil vem aumentando gradualmente. Além do mais, isso não é um problema individual, mas sim, um impasse de saúde pública.
A dor e a alegria são razões inversamente proporcionais para com os suicidas. A piora na qualidade de vida, como também: perdas de interesse, descaso com a aparência, alteração do humo, isolamento social, sentimentos de raiva, ódio e culpa, são características constantes do suicida. Bem como, o medo de se machucar ou machucar os outros, alinhado à ideia de “beco emocional sem saída”, é um dos grandes fatores de risco ao suicídio. Contudo as negligências da sociedade brasileira, também vêm contribuindo negativamente no que tange aos suicidas.
O arcaico tabu sobre a temática, e ditados como: “não tem como impedir”, “quando quer não avisa”, “quem sobrevive não tenta de novo”, além de serem “fake news” (“notícias falsas”), são características impulsionadoras ao suicídio. Pois, motivam a sociedade a não ajudar ou intervir.
Portanto, é evidente que medidas devem ser tomadas para resolver a problemática. O Ministério da Educação (MEC), juntamente com o Ministério da Saúde deve disponibilizar psicólogos nas escolas, afim de identificar e orientar possíveis suicidas. A mídia e a Igreja devem divulgar as principais características, fatores de risco, mitos e abordagens sobre o problema, afim de conscientizar a população. Dessa maneira podemos deixar a melancolia nas telas de cinema, e prosseguir com uma sociedade mais próxima do ideal.