Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 10/08/2018
O movimento literário do romantismo no Brasil, em sua segunda geração, ficou marcado pela evasão da realidade, no qual inúmeros escritores jovens, por não terem seus amores correspondidos, cometiam suicídio, pois viam nisso como uma forma de libertação de seu sofrimento. A partir desta visão, o número de suicídio entre adolescentes vem crescendo no país. Nesse sentido, percebe-se a urgente alteração desse cenário, o qual a depressão e o bullying são fatores para essa questão.
Em primeiro lugar, é preciso destacar quais são os motivos dessas pessoas em tirarem a própria vida. Segundo o sociólogo Émile Durkheim “O suicídio é a trágica denuncia de uma crise coletiva” retratando o atual cenário do país, no qual o número de adolescentes diagnosticado com quadrados de depressões aumentou, em 25% em 2016 de acordo com site de notícias G1. Outro fator que contribui para essa questão é a ausência da família, pois há pais que não se atentam ás ações exercidas pelos próprios filhos, ocasionando um isolamento profundo e baixa auto-estima.
Além disso, o bullying em escolas aumenta ainda mais esse problema. Devido essas pessoas sofrerem agressões físicas e verbais dentro do ambiente escolar, e a negligência por parte dessas escolas em combater essa prática, tem como conseqüências a esses indivíduos a cultivarem a ideia que o suicídio é a única forma de se libertar dessas opressões. O número de suicídios entre jovens de 15 a 29 anos, aumentou 27% ente 2009 e 2016 de acordo com a revista Veja. Evidenciando assim a urgente alteração desse cenário, em que o bullying corrobora para essa questão. Nesse sentido, portanto, faz-se necessária a adoção de medidas a fim de minimizar esse problema. Podemos citar o governo na criação de campanhas de valorização da vida e a ampliação do “disque ajuda” para todo o país. Outra articulação possível seria que o Ministério da Educação promovesse palestras em escolas com psicólogos, para identificar casos de depressões e tratá-los. Desse movo possa haver um novo “movimento”, mas desta vez de valorização a vida.