Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 01/10/2018

Consoante à segunda lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu estado inicial até que uma força contrária ao mesmo seja aplicada. De mesmo modo, o suicídio entre os jovens no Brasil é uma vicissitude que precisa de ser refreada. No entanto, a depressão e a falta de assistência psicológica são fatores determinantes para que essa realidade perdure. Diante disso, fica evidente que o autocídio na juventude é uma problemática a ser enfrentada de maneira mais organizada pelo governo brasileiro.

A princípio, cabe salientar que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão foi considerada a doença do século, atingindo quase 6% dos brasileiros. Consequentemente, essa doença também alcança os jovens do Brasil, que pensam em findar com suas feridas interiores desenvolvidas a partir da prostração. Prova disso é que, de acordo com Algusto Cury, uma pessoa que pensa em se matar, quer acabar dor que está dentro dela, mas nunca com a vida.

Outrossim, conforme à Organização Anjos da Enfermagem, em 90% dos casos os suicídios são preveníveis. Contudo, a assistência psicológica oferecida ao portador de tendências autocidas é precária no Brasil. Exemplo disso é que, consoante à  BBC (British Broadcasting Corporation) brasileira, foram 2898 suicídios de jovens de 15 a 29 anos em 2014. Isso posto, fica notória a necessidade de um melhor aparato para atender os brasileiros com pensamentos de tirar sua vida.

Portanto, o Governo Federal deve reformular o SUS (Sistema Único de Saúde), por meio de um maior repasse de verba para o Ministério da Saúde, visando a: criação de clínicas especializadas no atendimento de jovens depressivos, doação de remédios contra ansiedade e desânimo e internação dos indivíduos com tendências autocidas em casos extremos. Espera-se, com isso, que os suicídios parem, refreando de uma vez por todas esse problema.