Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 05/10/2018
A Europa na era do romantismo, século XIX, verificou números consideráveis de mortes de jovens na época e, essas era denominadas mortes por amor, analogicamente, observa-se semelhança aos dias contemporâneos, já que há uma ampliação do número de adolescentes mortos no Brasil, entretanto, devido o suicídio. Isso se deve principalmente a ignorância que circunda o tema e a difícil acessibilidade à tratamentos e terapias médicas em conjunto a péssima infraestrutura da saúde brasileira. Desse modo, cabe-se a análise dos motores da problemáticas.
Preliminarmente, o senso comum que envolve o suicídio dificulta a sua prevenção. Logo, pessoas com os dizeres do tipo: “É frescura” ou " Quer chamar a atenção" fortalece ainda mais o preconceito para com os jovens, facejando a dura realidade: a desinformação. Assim, a falta de conhecimento sobre doenças que levam ao suicídio, como a depressão, por exemplo e a pouquidade de acessibilidade no que tange profissionais, como médicos psiquiatras e psicólogos leva a custosa previdência das mortes.
Além do pouco domínio da sociedade sobre a questão, outra razão é a falta de infraestrutura na rede pública de saúde, isso decorre da inércia governamental, noticiando o desinteresse estatal. Isto é, a carência de suportes oriundos do setor de saúde brasileiro vem contribuindo para a permanência do fenômeno na sociedade, pois tais instituições, seja hospitais ou portinhos deveriam dar a assistência, que é de direito. Dessa maneira, atuando como órgão de premeditação.
Finalmente, tem-se a urgência na realização de certas medidas, entre elas destaca-se, o financiamento por parte do Ministério da Saúde em parceria com os Ministério Educação de palestras em escolas e faculdades com enfoques nos jovens, com teor informativo, buscando explicitar de maneira clara o que é o suicídio, o que causa ou mesmo terapias. Ademais, o melhoramento do serviço público de saúde pode advim de passeatas e manifestações de caráter popular e organizados por meio de redes sociais por exemplo, reivindicando o aprimoramento da péssima assistência oferecida, visando a realização de atos de prevenção médica de qualidade e consequentemente o apoucamento dos suicídios no Brasil.