Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 10/10/2018

“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. A citação popular do filósofo alemão Immanuel Kant permite uma reflexão acerca dos meios para precaver o autocídio por jovens brasileiros que, mesmo após melhorias educacionais o cenário persiste. Logo, não só o ensino é a solução. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a circunstância que desenvolve essa problemática e os caminhos para precaução; e uma comunicação entre Estado, Escola e Família.

Em primeiro plano, o suicídio na juventude existe devido o mal do século, a melancolia. Esse distúrbio mental leva os indivíduos a cogitar em se matar e ao contrario de muitos pensamentos, isso não é “bobeira ou drama”. De acordo com o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, é exposto em sua obra “modernidade Líquida” a falta de solidez nas relações sociais. De modo similar, é possível reverter o autoextermínio, visto que o mundo atual não é estável.

Destarte, os métodos para prevenção são notórios em diálogos familiares que são capazes de evidenciar os problemas de seus membros e então, ajudá-los. Além disso, é de suma importância que os institutos escolares tenham profissionais da saúde durante a formação dos estudantes. E, no que tange a essa esfera deve-se introduzir conteúdos voltados às doenças do século XXI.

Urge, portanto, a erradicação do autocídio entre jovens, perante isso o Ministério da Educação precisa inserir na matriz curricular estudantil, disciplinas com ênfase em enfermidades, a fim de ensiná-los a lidar com esse entrave. É mister que o Estado disponibilize psicólogos aos Educandários, por intermédio de verbas destinadas à Educação, em prol de que o estudante tenha o acompanhamento adequado. Assim, poder-se-á, conquistar os alicerces para construir-se um futuro próspero a todos e ratificar Immanuel Kant.