Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 30/10/2018

A geração byroniana do romantista e escritor Lord Byron é marcada pelo o pessimismo, inadequação à realidade, desgosto de viver e atração pela a morte. Cumpre enaltecer que, relativo ao Brasil, hodiernamente, verifica-se que é cada vez maior a quantidade de jovens tendo a vida marcada por esses problemas exposto, ou seja, um contratempo ligado intrinsecamente na realidade do país. Nesse contexto, convém analisar as principais causas dessa problemática.

É indubitável que a questão da falta de diálogo esteja entre a causa do problema. De acordo com Hannah Arendt, a pluralidade faz parte da condição humana.  De maneira análoga, observa-se que, mais e mais jovens optam pelo isolacionismo social e acabam não exprimindo as suas dificuldades para as pessoas que podem ajudar a resolve-los. Sob essa ótica, ferindo a condição humana, os jovens convivem com o pessimismo, desgosto de viver e, desse modo, o suicídio se torna o principal meio de resolver as dificuldades.

Outrossim, cabe salientar o imediatismo como impulsionador do problema. Tendo em vista que, muitos jovens que decidem se suicidar, almejaram objetivos  e que deveriam ser conquistados com rapidez. No entanto, muitas vezes os planos falham e eles acabam desenvolvendo depressão por não conseguir se enquadrar nesse padrão imediatista. Logo, torna-se imprescindível esclarecer que por esse motivo, o número de suicídio provocado pela a depressão cresceu 700%, em 16 anos, no Brasil, segundo dados do sistema de mortalidade do Datasus.

Portanto, com o objetivo de evitar que o número de suicídio entre os jovens, no Brasil, continue aumentando, cabe a Mídia criar propagandas que contém informações sobre a importância do diálogo com jovens que apresentam comportamento suicidas, por meio de políticas públicas, a fim de que eles possam ser ajudados e que o suicídio seja apenas um mito para resolver as dificuldades da vida. Ademais, é dever da família participar ativamente na vida dos jovens, mediante questionamentos e acompanhamento escolar, para que estereótipos como o imediatismo seja desvirtuado e não continue levando muitos jovens a optarem pelo o suicídio.