Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 29/04/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa " Os caminhos para combater o suicídio entre os jovens brasileiros “, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste profundamente ligada à realidade do país.   É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira congênere, é possível perceber, que no Brasil, a derrubada dos índices de suicídios entre jovens exigem tempo, trabalho coordenado e planejamento. Os índices de suicídio entre jovens no Estados Unidos foi o que mais caiu no mundo. Assim sendo, o Estados Unidos foi a nação que mais investiu tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como meios de dificultar o acesso das pessoas suspeitas a meios letais diante a afobação, com a qual não se consegue por conta de um transtorno mental, onde fazem atos extremos acontecerem. Portanto, o fácil acesso a armas, drogas, não ter proteção nas janelas, são atos que tornam impulso em uma atitude fatal. Não atoa, o Estados Unidos criou um banco de dados onde enviam um manual para pessoas que convivem com adolescentes que estão em situação de perigo onde dão dicas diárias como se relacionar com os jovens nessa situação.  Ademais destaca-se o preconceito e a descriminação externa como o principal impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coletividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o suicídio entre jovens no Brasil, cresce de modo lento, dados ainda inéditos mostram que, em 12 anos a taxa de suicídio da população de 15 a 35 anos subiu de 5,1 por 100 mil habitantes em 2000 para 5,6 em 2012, um aumento de quase 10%. Isso se dá, principalmente, por preconceitos frequentes seja pela raça, orientação sexual, situação econômica e doenças terminais. É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que visem a construção de um mundo melhor.

Destarte, o Ministério da Saúde conjugue com os familiares dos jovens devem aderir políticas como a do Estados Unidos, que é investir tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como o manual do adolescente em situação de perigo, que visa , ajudar os familiares de pessoas que sofrem com a depressão a lidar de maneira correta com os jovens com apoio de especialistas no assunto aonde convença o jovem que seus problemas tem solução, para, assim, essa problemática venha ser banida da realidade brasileira.