Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 05/10/2019

De acordo com o professor Augusto Cury: “Quem pensa em suicídio quer matar a dor, mas nunca a vida”. Na contemporaneidade é perceptível o desencadeamento do número de mortes em consequência do suicídio. Ao passo que, os adolescentes são mais suscetíveis à pressões sociais existentes; bem como, são mais solitários. Acerca disso, cabe uma discussão para entender melhor o problema em questão.

A priori, a série “Thirteen Reasons Why” aborda aspectos que levam indivíduos a cometer suicídio. Visto que, são mais expostos a abusos sexuais, uso de drogas e bullying. Conforme as pressões sociais impostas atingem os jovens, estes sentem-se na obrigação de atender aos padrões. Porém, quando não atendem as expectativas da sociedade se veem em um caminho sem saída, o que leva muitos a cometerem atos letais contra suas vidas. Conclui-se, que dentre os diversos fatores causadores da problemática, a sociedade tem sua parcela de culpa na morte de muitos indivíduos.

Em segundo lugar, é importante lembrar da contribuição da ascensão da tecnologia ao suicídio. Pode-se citar o filme “Sala do Suicídio”, o qual retrata um grupo de jovens depressivos que se unem em jogo virtual, compartilhando um único objetivo: acabar com as suas dores. Vale ressaltar, que dentre os fatores expostos no filme, que contribuem para a depressão, está a falta de atenção dos pais perante os filhos, na medida em que eles se sentem abandonados. Infere-se, que muitos são os fatores que levam jovens a cometerem tal ato, até mesmo os mais simples.

Depreende-se, portanto, que o suicídio entre os jovens brasileiros está em crescente incidência. Cabe ao Ministério da Educação enfrentar o problema em conjunto com a família, inserindo nas escolas apoio psicológico e realizando a conscientização dos pais. Por via de acompanhamentos psicológicos, independente da evidência de transtornos; além de palestras voltadas para a família. Para que assim, o problema possa ser diminuído e os adolescentes não precisem mais viver dentro de uma “sala do suicídio”.