Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 21/10/2019
Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Contudo, a persistência do suicídio entre os jovens na atualidade impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem essa problemática.
Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel, ’’ O ser humano é influenciado pelo tempo e horizonte em que vive’’. Nesse âmbito, nota-se que autoquíria tem persuadido os jovens, principalmente os negros, de forma negativa. A exemplo disso, conforme dados do Ministério da Saúde, o risco de suicídio aumentou 12% na população jovem negra e se manteve estável entre os brancos nos últimos anos. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para combater esse hábito.
Outrossim, consoante ou filósofo Émile Durkheim, ’’ O indivíduo se mata para interromper o sofrimento ‘’. Nessa conjuntura, concordante com a Organização Mundial de Saúde - OMS -, a grande ocorrência de suicídio entre adolescentes normalmente está relacionada com a depressão, abusos sexuais, drogas e separação dos pais. Ademais, conforme o mesmo estudo, apenas um desses fatores por si só, pode ser suficiente para levar um jovem ao suicídio. Logo, tal comportamento contribui com proliferação desse mal.
Portanto, medidas são cruciais para combater essa realidade. É papel das instituições educacionais, em conjunto com o Ministério da Saúde, minimizar o suicídio na menor idade, por meio da promoção de campanhas de prevenção direcionadas ao público juvenil além de contratar profissionais especializados, os quais ofereçam suporte, com objetivo de ofertar o tratamento adequado, garantindo as integridades físicas e psicológicas dos jovens. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso início para mudar essa realidade.