Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 28/10/2019
Na obra cinematográfica “coringa", a questão da forma que é feito o descaso dos problemas mentais, e o sistema falho de atendimento a saúde mental, é uma problemática. Já fofas das telas é uma realidade bem acentuada no Brasil. No entanto, enquanto o filme retrata a história de uma única pessoa, a realidade é de milhares, onde os transtornos mentais são vistos como imbecilidade, os doentes como fracos, e a “ajuda" oferecida pelo sistema único de saúde (SUS), é uma piada.
De acordo acordo com Bauman, filósofo e sociólogo polonês, a liquidez das relações interferem diretamente na empatia ao próximo, não só apenas na relação da banalização ao tema, mas como na frieza humana quando há um pedido de ajuda, tornando disso um conjunto de fatores para o olhar que a sociedade exprime dobre os transtornos mentais aos doentes.
A medida que vai crescendo está visão fria e arcaica de que os transtornos não são patologias, como as demais, o número de brasileiros diagnosticados chega aos 20 por cento da população , salientando, diagnosticados, e a tendência é só aumentar, devido ao falho sistema público de saúde, por mais que exista o centro de atendimento psicológico (CAPS) onde para se conseguir uma consulta, pode chegar a anos na fila de espera, o atendimento é brando, não comportando a todos os necessitados. Em suma, vistas como problematização e descaso estatal, fazem com que haja uma discussão sobre o respeito e veracidade dos transtornos mentais.
Logo, a fim de dar maior credibilidade aos distúrbios e aos indivíduos, cabe ai ministério da saúde, juntamente ao ministério da educação intensificaram a existência e a importância no diagnóstico e tratamento, inserindo no mundo escolar, a conscientização das causas e consequências, por meio da implementação de aulas sobre saúde mental e a obrigatoriedade de um psicólogo inserido nas escolas, e para que ocorra o diagnóstico e tratamento é necessário uma mudança no sistema, começando pela implementação de mais psicólogos aos centros de atendimentos, para darem conta da demanda, uma melhor administração e investimentos aplicados na área. Ademais cabem aos indivíduos um pouco mais de humanidade e empatia, pedir ajuda e ajudar, não é caso de vergonha.