Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 29/10/2019
Segundo o artigo 3° da constituição brasileira, é objetivo do Estado garantir o desenvolvimento nacional. Nesse sentido, o suicídio entre os jovens, indubitamente, representa um obstáculo que dificulta a efetivação do que o artigo consta. Assim, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: o bullying acometido nas escolas e as questões familiares.
É axiomatico que o bullying no âmbito escolar está entre as causas da permanência suicida. Logo, na Série “13 Reasons Why” é retratada a história de Hannah Baker, personagem que se mata após uma variação de falhas provocadas por indivíduos do cólegio. Dentro desse contexto, diversos alunos vítimas desse ato, com o emocional fragilizado ou por impulso, buscam como a solução o autocídio. Por isso, é factual a necessidade da valorização empática, uma vez transparecida a compaixão e respeito aos envolvidos.
Outro ponto relevante é a convivência conturbada no conjunto familiar, desencadeando transtornos psicológicos como a depressão e ansiedade, entre outros. Conforme o conceito do livro “O suicídio” do filósofo Émile Durkheim, é possível entender o ato contra a próprio corpo como um fator social e não individual, inserido e interligado por situações que envolvem toda a sociedade. Envidencia-se, no entanto, a validez do papel parental à esse acontecimento real do Brasil.
Portanto, medidas são necessárias para amenizar esse impasse. Urge a Organização Mundial de Saúde (OMS), por meio de verbas governamentais, criar campanhas na TV com relatos reais das pessoas, a fim de conscientizar toda a população de um problema nacionalmente ignorado. Cabe, também, ao Ministério da Educação, por intermédio de professores e psicólogos, oferecerem atividades nas escolas que demonstrem empatia e amor pelo próximo, com a finalidade de evitar ofensas e individualidade. Feito isso, esse conflito vivenciado na atualidade será regredido.