Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 01/11/2019
No ano de 1929, aconteceu um evento que marcaria a historia: A quebra na bolsa de valores de Nova York, que apesar de gerar problemas financeiros no mundo, gerou também um aumento no número de pessoas que cometeram suicídio. Vale dizer, é indubitável que não só as crises afetam o pensamento sobre o futuro das pessoas mas também que a população é inexperiente em como comporta-se sobre a situação.
Antes de tudo, é notável a crescente de casos de suicídio nos últimos anos, que pode ter como causa a depressão. Segundo o sociólogo Durkheim, existem alguns tipos de suicídio, o suicídio anômico, que acontece quando o indivíduo perde as esperança, e o suicídio egoísta que é quando o indivíduo se sente de modo inferior ou superior as outras pessoas da sociedade. Nesse sentido, pode-se classificar a maioria dos casos de suicídio nestes conceitos, motivados por transtornos mentais da vítima e a sensação de não existir uma saída daquele momento.
Ademais, os suicídios ganharam destaque maior recentemente,com campanhas na mídia e redes sociais, como o setembro amarelo que tem como foco conscientizar a população sobre o tema. Ou seja, é de muita importância essas iniciativas, pois é um tópico muito complicado que a população não tem conhecimento de como agir. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio, que possivelmente poderia ser um número menor de mortes caso a população soubesse como agir.
Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para solucionar o problema. O Estado juntamente com o apoio da mídia devem investir em campanhas e palestras a fim de trazer informações para a população, por exemplo como identificar uma pessoa com princípio de depressão, como prevenir, divulgar e criar serviços de prevenção, como o Centro de Valorização da Vida (CVV) e oferecer consultar com psicológicos gratuitamente. Dessa forma o número de casos de suicídio irá diminuir.