Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 28/01/2020
Sabe-se que a questão do suicídio não é uma invenção atual, visto que ela se faz presente desde os séculos antecessores, principalmente durante a crise de 1929, no Estados Unidos, devido à uma vasta inexistência de empregos, deixando centenas de famílias à deriva. Todavia, tal problemática persiste dentro dos panoramas societários hodiernos, em razão da alta pressão exercida pela sociedade para com os indivíduos e a má influência das plataformas comunicativas sobre eles.
Sob esse prisma, conforme articulado pelo filósofo Émile Durkheim, a coletividade molda os cidadãos, aspirando uma forte coercitividade e buscando-a sempre para que análogo indivíduo seja socialmente aceito. Expõe-se, como exemplo, o estudo e a formação acadêmica, os quais desde a infância todos os seres humanos têm o conhecimento de que carecem concretizá-los, com o intuito de estabelecer-se soberanamente dentro do mercado de trabalho e, por conseguinte, ser reconhecido pelo corpo social. Em contrapartida, quando algum cidadão não consegue se realizar perante as coercitividades impostas, ele poderá se frustar, o que de fato desenvolverá um inexorável risco de uma depressão e até um suicídio serem desencadeados.
Ademais, as plataformas comunicativas por vezes incentivam de modo negativo consoante indivíduo o qual já apresenta pensamentos depressivos ou suicidas. Dessa maneira, faz-se necessário dar ênfase às redes sociais, incluindo o Instagram, em virtude de que muitos usuários divulgam em seu perfil uma vida perfeita, o que de fato não é autêntico, despertando, portando, a ideia de fracasso em seus seguidores que acreditam em semelhantes publicações. Não obstante, há filmes e séries que retratam fielmente o suicídio. Pode-se mencionar a série " Thirteen Reasons Why", em que é explorado o suicídio da personagem principal, mostrando, em determinada cena, a realização do próprio. Posto isso, logo após assistir um seriado similar, os indivíduos os quais demonstram tendências suicidas, por conseguinte, irão efetuar suas vontades.
Em suma, é indubitável que a questão do suicídio persiste em meio à sociedade devido à alta pressão exercida socialmente e a má influência do âmbito comunicativo. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever do Ministério da Saúde, junto com o Centro de Valorização da Vida, reduzir ao máximo o número de suicídios dentro da nação, por meio de acompanhamento gratuito com psiquiatras e psicólogos em todas as escolas e unidades de saúde do país, a fim de manter a população em seu todo com uma completa sanidade mental independente de sua classe societária. Dessa forma, o suicídio será integralmente extinto da coletividade.