Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 05/09/2020

Em um episódio da série " Chicago Med", um jovem estudante de medicina, antes de suicidar-se, pede ajuda a uma colega, que não o dá atenção. Infelizmente, a ficção não se difere da realidade, embora muitos jovens tendam a conversar com alguém antes de cometer tal ato, porém a falta de amparo social é um grande problema que precisa ser revertido.

Deve-se destacar, de início, a falha da atenção coletiva como uma das complicações do problema. Nesse sentido, Émile Durkhein em seu livro “O Suicídio”, escreve sobre a pressão exercida no indivíduo que o leva a dar fim á própria vida. Contudo, nota-se que a pressão social rompe com a prevenção, uma vez que, proveniente de situações vividas, o jovem tende a estar com conflitos emocionais, e a falta de observação das pessoas próximas conduz para o suicídio anômico, que acontece fora do esperado, não seja prevenido.

Em virtude disso, há como consequência os suicídios entre os jovens de até 29 anos, etapa em que a pressão padrão, a luta pela identidade, pelo trabalho dos sonhos e as responsabilidades encontram-se maiores. Desse forma, é inaceitável que, em pleno terceiro milênio, a negligência social funcione como um forte empecilho.

Portanto, ações são indispensáveis para resolver o impasse. O Ministério da saúde, junto com o Ministério da Cidadania, deve aumentar o apoio e o alerta á sociedade sobre o suicídios entre os jovens, por meio de uma lei a ser entregue á câmara dos deputados. Nela, constaria a obrigatoriedade de núcleos educativos e plantões de dúvidas com psicólogos a toda população. Espera-se, com essa medida, o aumento da atenção social quanto a prevenção aos suicídios entre os jovens.