Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 16/11/2020

O Ultrarromantismo, ocorrido no século XXl, foi um movimento literário marcado pelo desgosto de viver, pessimismo e veneração pela morbidez. Não longe da ficção, percebe-se aspectos semelhantes na sociedade atual brasileira, a qual muitos indivíduos, especialmente jovens e adolescentes, por estarem em um estado de extrema angústia e sentimento de inadequação, estão tirando suas vidas. Nesse contexto, nota-se que esse problema deve-se às violências domésticas e às patologias neurológicas.

Inicialmente, é possível destacar as agressões sofridas dentro de casa como um fator relevante para o ato de autoextermínio. Segundo a OPAS- Organização Pan-Americana da Saúde, 800 mil pessoas tiram suas vidas por ano, e dentre os vários motivos para isso, destaca-se a agressividade familiar. Nesse sentido, evidencia-se que a violência doméstica é maléfica e precisa ser urgentemente resolvida, haja vista que por causa dela muitas pessoas cometem autocídio como tentativa escapar do sofrimento.

Ademais, pode-se apontar as doenças relacionadas ao cérebro como outra causa do suicídio. De acordo com o Portal Psicomais, enfermidades cerebrais, como depressão e ansiedade extrema, podem fazer com que o doente realize suicídio. Com isso, infere-se que possuir uma mente doente é um problema, pois impede a pessoa de conseguir sustentar sua própria existência.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar o autoextermínio. Para isso, a mídia (disseminadora de ideias e formadora de opiniões) deve fazer campanhas que incentivem a denúncia de atos violentos e disseminar essas em canais de televisão, por meio da concessão dos apresentadores, para que as agressões feitas em casa venham diminuir, e, assim, reduzir o processo de suicídio no país. Além disso, o Estado deve promover consultas gratuitas com psicólogos para pessoas com problemas mentais, por meio de verbas púbicas, para que o autocídio, motivado por patógenos cerebrais, venha diminuir na sociedade. Assim, espera-se uma melhora na questão do suicídio no Brasil.