Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 26/11/2020

" Uma pessoa quando pensa em suicídio, ela que matar a dor, mas nunca a vida “. Essa frase do escritor Augusto Cury pode ser relacionada com o tema do suicídio entre os jovens no Brasil, pois ninguém pensa em morrer sem motivos, sempre tem algo relacionado. Além disso, esses fatores podem ser ocasionados pela saúde mental fragilizada por conta do mundo globalizado e pela a falta de atenção às pessoas que manifestam os sintomas. Dessa forma, para amenizar essas situações, são necessárias medidas de caráter exequíveis.

Faz-se necessário, antes de mais nada, considerar que segundo o livro “O Suicídio” de Émile Durkheim, o autor fala um pouco sobre os tipos de suicídios e ainda retrata a coercitividade da sociedade e exterioridade para com os indivíduos. “Quando há o desenvolvimento da indústria e ampliação indefinida do mercado, fortalece o desencadeamento dos desejos e a busca desenfreada por conquistas, o que consequentemente, favorece a ampliação das taxas de suicídios ‘’. Esse conceito defendido pelo sociólogo pode ser relacionado com a saúde mental fragilizada por conta do mundo globalizado, pois o desejo de querer conquistar as coisas propagadas nas mídias e não conseguir acaba deixando milhares de pessoas doentes, desencadeando um suicídio. Ademais, Desde 2012 cerca de 800 mil pessoas entre 15 e 29 anos morrem devido ao suicídio, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Desse modo, é importante reduzir esse problema extremo.

Outrossim, a falta de atenção ás pessoas que manifestam os sintomas é outra causa para o  acontecimento do suicídio. Além disso, um exemplo foi a morte de Vargas em 1954, que na época era presidente do Brasil, nas muitas entrevistas com familiares e amigos eles relatam que ele não apresentava sintomas de depressão, entretanto possivelmente estava depressivo, por isso pode ter acarretado o suicídio. Ademais, a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Logo, é necessário amenizar essa adversidade.

Compreende-se, portanto, que é imperioso sanar a saúde mental fragilizada por conta do mundo globalizado e a falta de atenção às pessoas que manifestam os sintomas. Sendo assim, deve haver ação do Ministério da Saúde, que é responsável pela administração e manutenção da Saúde pública do país, para reduzir a saúde mental fragilizada, por meio de disponibilidade de psicólogos e psiquiatras 24 horas na rede pública, com a finalidade de suprir a demanda de pacientes doentes. Ademais, deve ter atuação do Ministério da educação em parceria com as mídias, para amenizar as desinformações sobre suicídio e depressão, por intermédio de campanhas publicitarias e palestras escolares, a fim de ter educação sobre saúde mental. Destarte, irá ter a melhoria da saúde psíquica de jovens no Brasil.