Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 31/12/2020
Dentre os fatos marcantes da história da república brasileira, há de destacar o suicídio de Getúlio Vargas, ocorrido em agosto de 1954, devido a uma forte pressão popular e midiática que o levaram a uma crise psicológica. Por conseguinte, é arduamente visto o número de suicídios crescente no cotidiano entre os jovens que, por sua vez, também sofrem pressão psicológica, seja pela família ou pela sociedade tecnológica.
Em primeiro lugar, vale ressaltar a população cada vez mais conectada como forte influência para o aumento de casos de suicídio. Segundo o físico alemão Albert Einstein, tornou-se chocantemente óbvio que a tecnologia excedeu a humanidade. Em viés dessa afirmação, é notório cada vez mais a dependência da aprovação em redes sociais por parte do público juvenil que utiliza ‘‘curtidas’’ e engajamentos como fonte de satisfação. Dessa forma, torna-se habitual a ocorrência de agravantes como a depressão e o suicídio.
Outrossim, é importante destacar a importância da figura materna ou paterna para a sanidade mental dos jovens. De acordo com o papa João Paulo II, ‘‘acreditar na família é acreditar no futuro’’. Tal pensamento persiste no fato de que a base do ser é a família e que sem ela, o indivíduo pode se perder em sua formação intelectual. Por conseguinte, percebe-se a urgência para a manutenção de uma mente saudável dos jovens brasileiros.
Portanto, é de fundamental importância a utilização de medidas para preservar a vida no cotidiano. Logo, é papel da família, através do diálogo, oferecer uma presença mais constante na vida dos jovens, a fim de apoiá-los psicologicamente, evitando uma possível crise mental. Cabe também ao Estado, através da criação de projetos e execução de palestras, incentivar a população a apoiar o indivídio que se encontra mentalmente em estado crítico, o desviando assim de um possível suicídio, como de Vargas.