Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 21/10/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre os caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil, que evidencia uma problemática social. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre a carência de agentes públicos da saúde no acompanhamento dos jovens na sociedade, bem como da discrepância socioeconômica que impulsiona os casos de suicídio no Brasil.
Convém ressaltar, a princípio, que a carência de profissionais nos centros de saúde pública dificulta o acompanhamento e debates sobre o suicídios entre os jovens. À luz dessa questão, é coerente citar a Constituição Federal de 1988, o qual afirma que todos cidadão tem o direito a saúde de qualidade e ao bem-estar social. No entanto, tal direito na sociedade não vem se cumprindo, uma vez que os centros de saúde pública, os profissionais como os psicólogos e pisquiatras estão presente somente em trinta porcento nos centros de saúde públicas brasileira, segundo dados levantado pela revista Saúde. Desse modo, a carência de tais profissionais contribui no agravamento de tal problemática, que poderia ser mitigado para contribuição na melhoria de vida dos jovens na sociedade.
Outrossim, a discrepância socioeconômicas vem contribuido no aumento de suicídios entre jovens brasileiros. Nesse perspectiva, de acordo com o Índice de Gine, medida que classifica o grau de desigualdade em um país, o Brasil encontra-se entre as dez nações mais desiguais no mundo. Nessa lógica, essa cruel disparidade faz com que jovens percam a esperança de dias melhores e sinta-se em momentos economicos desconfortáveis o qual contribuirá na decisão de tirar a própria vida. Nessa conjuntura, segundo pesquisas realizados pelo departamento de psicologia da Universidade de São Paulo (USP), países com alto grau de desigualdade tem até oitenta porcento a mais de suicídios em realação à países com mais igualdade social.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais para tal problema. Sabendo disso, urge que o Ministério da Saúde crie, por meio de verbas governamentais, programas para contratar profissionais da saúde, como psicólogos e psiquitras para rede pública de hospitais, com intuito que os jovens venham ter acesso ao acompanhamento facilitado por tais profissionais. Cabe, também, ao Poder Legislativo, órgão responsável pela organização das leis, a criação de progrmas permanentes de benefício financeiros a familias de baixa renda, a fim que os brasileiros tenham garantia de suprir sua necessidades básicas e contribuir para diminuição dos índices de suicídio no país.