Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 18/12/2021

“Ela se jogou da janela do quinto andar, nada fácil de se entender”; nesse trecho de “pais e filhos”, de Legião Urbana, vemos o reflexo da realidade vivenciada no Brasil. Dessa maneira é notória a necessidade do corpo escolar e familiar, que por meio do diálogo, prevenir o suicídio entre os jovens brasileiros.

É na escola - com excessão do lar - que os jovens passam a maior parte do tempo, sendo também neste local que desenvolvem habilidades sociais comunicativas e profissionais. Nesse sentido, a escola deve promover a inclusão social dos alunos e a elucidação desses acerca das causas do auto-extermínio, como identificar possíveis vítimas - incluindo a si mesmos - e meios de se tratar o problema.

Ademais, é importante  o apoio e monitoramento das famílias no cotidiano dos filhos, como também, o diálogo entre esses e aqueles, promovendo o entendimento mútuo e de ambos com a sociedade, criando-se vinculos afetivos. Dessa forma, corroborando-se a estrutura de coesão social de Émile Durkheim e a teoria do agir comunicativo de Habermas.

Entende-se, portanto, que a escola juntamente com as familias devem cooperar para combater esse tipo de fatalidade entre os jovens através de:  palestras, “rodas-de-conversas”, seminários, debates, mesas redondas, ou seja, formas de diálogos e interatividade; de modo a promover o esclarecimento e vinculação dos jovens com a sociedade e enfim a resolver este problema. Desse modo, os casos de suicídio entre os jovens estarão somente nos registros históricos e nas músicas populares.