Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 18/10/2022

Platão, na teoria da Cidade Justa, idealizou uma sociedade harmônica e livre de injustiças sociais. Todavia, ao analisar a contemporaneidade é fato que o suicídio no Brasil diverge consideravelmente desse ideal platônico. Com efeito, o ato de se matar está relacionado com os transtornos mentais como depressão ou bipolaridade, o doente mental não vê outra saída e acaba se matando. Logo, de modo a solucionar esse revés, é imprescindível enunciar os aspectos socioculturais e constitucionais que funcionam como pilares da chaga.

Em primeira análise, é evidente citar o fator social. Sob tal perspectiva, o sociólogo Emile Durkheim discorre que a sociedade deve ser analisada de maneira crítica e distanciada do senso comum. Nesse sentido, a proposta do sociólogo deve ser aplicada quando se observa o suicídio sendo pouco falado em sociedade, esse tema é de extrema importante ser citado, já que, com esse conhecimento o jovem que estiver passando por essa dificuldade irá procurar a ajuda necessária. Deste modo, é notório a resolução dessa problemática.

Ademais, vale ressaltar a constituição como mais um dos fatores que agravam a problemática. Segundo a BBC, de 2002 até 2014 houve um aumento de 1 a cada 10 casos de suicídio. Diante de tal exposto, é notório que esse número vêm aumentando aos poucos, e se não for solucionado logo futuramente será um grande problema. Diante disso, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Portanto, há necessidade de combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Saúde, por meio de palestras, divulgue o tema suicídio para a sociedade ficar mais ciente sobre o assunto - além disso, pessoas que precisarem ajuda terão direito a um psicólogo que posso lhe auxiliar - a fim de ter um país melhor. Assim, a visão crítica de Durkheim e a teoria da Cidade Justa de Platão vão poder se concretizar e vim à tona na sociedade.