Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 12/07/2024
Na sociedade brasileira contemporanêa, o suicídio tem sido um tabu extremamente persistente. O ‘‘mal do século’’ segundo os poetas da 2ª Geração do Romantismo é caracterizado como a morte para fuga da própria realidade. Da mesma forma, ocorre na sociedade atual, excluisivamente os mais jovens, que por estarem passando por situações adversas buscam por uma forma rápida de acabar com própria dor. Assim, se torna necessário um olhar mais atento, respeitoso e acolhedor ao sofrimeto mental, evitando julgamentos preconceituosos e realizando os atendimentos necessários para não se tornar uma situação irreversível.
É primordial ressaltar que, em alguns casos, as pessoas que tentam o suícidio podem ja estar sofrendo de outras condições como depressão e/ou ansiedade. Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS 2019), o suicídio se tornou uma das dez principais causas de morte no planeta, especialmmente entre jovens de 15 a 24 anos. Apesar de terem sido criadas novas políticas públicas voltadas para a preservação da vida, algumas ainda são muito recentes, contando apenas com ações isoladas e programas voltados ao tratamento psiquiátrico, desse modo, tornando-se pouco efetivas na atenuação dos casos
Paralelo a isso, a escola e um é um espçaço propicio para bullyngs, onde são revelados comportamentos suícidas e depressivos entre os jovens. Uma vez que, ao tentarem se encaixar entre os outros adolescentes, influenciado pelas opniões alheias acabam por perder a sua própria personalidade e ficam sujeitos a perseguições e xingamentos. Isso é fielmente retratado na série ’’ Os treze porques’’ que faz uma análise das repercussões de nossas ações, das relações causa-efeito, já que os adolescentes tendem a não pensar nas consequências de suas escolhas.
Em suma, entende-se que o processo de construção de políticas publicas de prevenção ao suicidío no Brasil são importantes, porém ainda insuficientes face ao cenario atual ainda marcado por visões antagônicas sobre o fenomeno. Logo, o estado deve promover palestras e encontros com psicicologos e psiquiatras , para um maior debate e cada vez mais compreensão da população. Assim como, também, os responsáveis devem concientizar seus filhos ao respeito para com os outros e assim cada vez mais criar uma geração com mais empatia e soliedariedade.