Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 20/03/2018
Nos últimos anos a geração “Z” brasileira vem gerando preocupação, devido ao constante aumento no número de suicídios, muitas vezes causados por doenças psicoativas, consideradas pela OMS, organização mundial de saúde, como o “mal do século XXI”. Em matéria da jornalista Pâmela Carbonari, revista superinteressante, estima-se que desde 1980 as taxas de suicídio aumentaram cerca de 60%, apresentando-se como um grave problema em ascensão.
O suicídio atinge diversas classes, possuidoras de profundo conhecimento ou não. Em outubro de 2017, uma estudante de jornalismo da universidade federal do Tocantins, Dáleti Jeovana, convivia com dor e desesperança, sofrendo com estes sentimentos principalmente por ser ativista negra. Presenciando e tornando-se vitima de diversas cenas de preconceito.
As taxas de suicídio entre jovens aumentaram em 10% em 12 anos, apresentado em matéria da BBC, esses dados apresentam que esse problema continua sendo tratado como tabu, julgando erroneamente o suicida como fraco e covarde.
Segundo a psicóloga e especialista em suicídio, Karina Fukumitsu, o ato é cometido, pois, o individuo começa a acreditar que a morte é mais interessante que a vida. Na maioria das vezes ele não quer realmente consumar o ato, mas sim eliminar seu sofrimento, devido a diversas motivações possíveis para a criação desse pensamento.
Desse modo, necessita-se de maior apoio familiar, onde os mesmos devem separar um tempo para seus filhos, permitindo-lhes conversar sobre seus sentimentos, surgindo à oportunidade de ajuda-los e aconselhando-os a resolverem seus problemas, preparando-os para as agruras da vida. Além de em casos mais avançados contar com ajuda de profissionais que lidam com a psique humana, tendo disponível o portal de ouvidoria nacional o CVV, Centro de Valorização da Vida, que aconselha os pais e o indivíduo, buscando médicos especializados e evitando futuras tragédias.