Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 26/03/2018

Em meio a morte

O suicídio é definido como um ato radical para por fim sofrimento eminente. E, na atualidade, há diversos esteriótipos envolvidos por cima disto. Segundo a Bíblia Sagrada, pessoas que agem dessa forma são todas ateadas no inferno. Por outro lado, este assunto e outros como a morte, por exemplo, são pouco discutidos nas rodas familiares e nas sociedades. Logo, qual é o porquê da não discussão, a partir do momento que a morte é algo inevitável.

Hoje de franca aceleração do capitalismo, os pais se ocupam, cada vez mais, com tarefas e burocracias de seus empregos e menos com seus filhos. E isso, muitas vez, torna-se rotineiro. Esta situação tem se refletivo nas altas taxas de pedofilia e, posteriormente, suicídio. Segundo o Jornal Nacional, muitos jovens e adolescentes são alvo de criminosos por traz da tela. Os vilões da internet, após conquistarem a confiança e obterem fotos íntimas, no primeiro momento ameaçam a vítimas.  E, em caso de não cumprimentamento das exigências, lançam as fotografias na rede e com isso repercutindo negativamente na vida desse indivíduo. Logo, é importante o monitoramento dos filhos sem, é claro, ferir seus direitos.

Além disso, outra coisa pouco remexida é sobre a infinitude humana. Na Academia Nacional de Cuidados Paliativos, a ANCP um caderno de direcionamento profissional de alívio dos sintomas em pessoas com possível morte iminente, este assunto é  bastante estimulado por profissionais da saúde aos pacientes. Entretanto, este assunto é tratado de diversas formas pela sociedade. No Brasil, por exemplo, nos momentos de luto todos se vestem de preto.  Já em outros continentes, como na africano, há todo um ritual de festejo da pessoa que se vai.  Ou seja, muitas vezes há pessoas que não aceitam uma possível perda de um ente querido e recorrem para o suicídio como forma resolução do problema.

E também, outro tabu é sobre o encaminhamento aos profissionais psicológico ou psiquiatra. Isso porque muitas pessoas, devido ao desconhecimento e ignorância, postergam o acompanhamento de forma preventiva e  se abstêm em um momento que, muitas pode ser mais facilmente controlável.  Com isso, é importante fugir deste preconceito.

Em meio aos dados mencionados, há pouca preocupação dos pais sobre a saúde mental dos seus filhos e pouco é conversado a morte no convívio familiar. Logo é necessário que medidas preventivas sejam realizadas. Assim, o Estado deveria contratar mais psicólogos para agir nas escolas, não mais para tratar problemas familiares latentes, mas agir através do rastreamento de um possível suicídio. Este profissional, através de visitas domiciliares e além de contato com a Clínica da Família, poderia