Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 24/03/2018
Funcionando conforme a primeira lei de newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando-o de percurso, o suicídio entre os jovens é um problema que persiste na sociedade brasileira, mas é importante refletir sobre as causas, especialmente a depressão, e a quantidade de força necessária para mudar esse percurso.
Dentre os inúmeros motivos que levam ao suicídio, é incontestável que a depressão é popularmente conhecido como o principal, entretanto ainda existem pessoas que não compreendem a importância de tratar as doenças relacionadas ao emocional, como é o caso da depressão, e acabam por banalizar o tratamento e os doentes. Para tentar resolver essa situação surgiu o projeto setembro amarelo, uma iniciativa que tenta conscientizar a sociedade, mas que não possui a visibilidade e o apoio que são necessários para lutar firmemente contra esse problema.
Deve-se ainda analisar com mais profundidade a razão da taxa de suicídio ser maior entre os jovens, acredita-se que essa fase equivale ao momento mais confuso da vida de uma pessoa, já que a mesma precisa compreender quem é, tomar decisões que, na maior parte dos casos, não está preparada para tomar e ainda fazer inúmeras avaliações que deverão quantificar toda a sua trajetória estudantil sem levar em consideração os fatores adversos, de modo que sem auxilio e preparação essa “confusão” pode evoluir para um quadro de ansiedade ou até mesmo para uma depressão.
Em virtude dos fatos mencionados, a força necessária para modificar essa situação provém de uma parceria do ministério da educação, com o ministérios da saúde e com as famílias brasileiras, visando o desenvolvimento de um projeto de conscientização maior que o setembro amarelo, ou a amplificação do mesmo e a inserção obrigatória de psicoterapeutas nas escolas e universidades.
Outro aspecto que precisa ser melhorado é a aliança dos professores com os responsáveis dos estudantes, através de reuniões mensais e projetos conjuntos, para que, ao longo da vida estudantil básica, o jovem seja preparado para tomar suas próprias decisões e compreender as consequências de cada uma delas, afinal, segundo Platão, o importante não é viver, mas viver bem.