Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 26/03/2018
Segundo a Constituição Federal do Brasil, criada em 1988, a integridade física e mental de todo cidadão deve ser assegurada pelo Estado. Contrariando tal lei percebe-se que o Estado não se adequou ao Brasil contemporâneo, causando assim o aumento das estatísticas de suicídio em solo nacional. Nesse contexto de saúde mental e pública, há dois fatores que não podem ser negligenciados como, a falta de investimentos na área fundamental de ensino bem como a falta de difusão de informações sobre o suicídio.
Em primeira análise, cabe pontuar que a falta de dinheiro investido em escolas públicas para o apoio psicológico do jovem, pode acarretar em complicações posteriores. Comprova-se isso por meio dos dados do Sistemas de Informações de Mortalidade (SIM), que registrou em 34 anos -1980 até 2014 - u aumento de 27,2% de suicídios entre jovens de 15 a 29 anos, se atentando especialmente para os últimos anos 12 anos da pesquisa - 2002 até 2012 - onde esse hiato registrou 10% do total do aumento. Dessa forma vê-se que tempos mais contemporâneos precisam de uma atenção especial do Governo para com os jovens das escolas, para um maior fortalecimento psicológico.
Ademais, convém frisar que o pouco investimento no ensino das escolas, tem como consequência a pouca difusão de informações para os jovens sobre o suicídio e seus perigos a terceiros. Uma prova disso está no massacre que aconteceu nos anos 90 em Columbine (Estados Unidos), onde 2 alunos por falta de informações sobre como melhorar seus psicológico para acabar com a ânsia de não haver saída daquele estado mental, mataram alunos da própria escola e logo após se suicidaram. Diante disso, percebe-se que a falta de informativos sobre como prevenir ou tratar a saúde mental, pode levar a desastres. Dessa forma o Estado deve ser mais funcional nas escolas.
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. É imprescindível que seja criada uma emenda constitucional, dando autonomia para o Governo Federal poder usar uma parte do imposto de renda em prol da criação de pequenas clínicas com psicólogos dentro de cada escola no Brasil, para poder orientar alunos com bipolaridade e depressão - tendências ao suicídio - diminuindo assim a estatística do aumento do suicídio. Além disso com a mesma emenda e gestor, é essencial que seja obrigatório passar em horários comerciais avisos e comunicados a população nacional quais os sintomas e tendências de um suicida, podendo assim encaminhar os mesmo a postos de saúde, para ajuda psicológica.Logo, poder-se-á afirmar que a pátria educadora oferece mecanismos exitosos para que a Constituição Federal do Brasil seja vigorada com vigor.