Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis
Enviada em 26/07/2023
Para Sartre, cabe ao ser humano escolher suas ações, pois é livre e responsável. Porém a ação humana tem se mostrado irresponsável quanto poluição da atmosfera provocada por automóveis, pois com o aumento no número de veículos em circulação, consequentemente, haverá uma alta emissão de poluintes no ar. Nesse sentido, caminhos são necessários para solucionar esse problema, que persiste devido não só à falta de informação, mas também à negligência estatal.
Sob esse viés, pode-se apontar como um fator derterminante a alienação social. Para Hipátia de Alenxandria, “compreender as coisas que nos rodeiam é a melhor preparação para compreender o que há mais além”. Contudo, há um hiato na compreensão sobre a poluição do ar influenciada por automóveis, visto que muitas pessoas não sabem que a prática de uma condução mais econômica e ecológica, por exemplo, a utilizazão de carros elétricos, pode ajudar a reduzir a emissão de gases poluentes pelos veículos. Desse modo, para superar o problema, como explicou a pensadora é preciso conhecimento.
Além disso, vale ressaltar que a omissão governamental influencia fortemente o problema. Para Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar dos cidadãos. No entanto, tal responsabilidade não está sendo honrada quanto emissão de gases na atmosfera, já que muito indivíduos optam em possuir um automóvel próprio, dado que geralmente os tranportes públicos estão lotados, ou mesmo atrasados, dificultando a mobilidade das pessoas. Assim, para que o bem-estar seja usufruido, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.
Portanto, atuar estrategicamente faz-se necessário. Para isso, o governo federal deve criar soluções de mobilidade partilhada e a ampliação no número de transportes públicos, por meio da organização de fundos e projetos, a fim de reverter a inércia estatal que afeta a poluição provocada por automóveis. Tal ação pode, ainda, conter consultas públicas para entender as reais necessidades da população e a garantia de alternativas acessíveis. Paralelamente, é preciso intervir sobre alienação social presente no problema. Dessa forma, o Brasil poderá exercer a responsabilidade defendida por Sartre.