Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis

Enviada em 27/07/2023

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 225, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorece esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-ser ressaltar a ausência de medidas governamentais para reduzir a poluição automobilística. Neste sentido. Nota-se a falta de alternativas como bicicletas de uso coletivo, transportes públicos e combustível biodegradável, por falta de planejamento do dinheiro publico, essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que o cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, Como o meio ambiente sustentável, o que não é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o capitalismo como impulsionador dos problemas ambientais no Brasil. Segundo Karl Marx em um mundo capitalizado a busca por riqueza ultrapassa os valores éticos morais. Diante de tal exposto é notório que o capitalismo só visa os lucros e não as consequências do mesmo ao meio ambiente, já que sua preocupação é com o presente e não com as gerações futuras. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depeende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que o ministério do meio ambiente, por intermédio da mídia, que promoverá posts de conscientização, por meio de propagandas televisórias, jornais e comerciais, com autoridade do assunto , a fim de a constituição ser cumprida e reduzir a poluição provocada por automóveis promovendo o desenvolvimento sustentável. Assim, se consolidará uma sociedade mais limpa, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke