Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis

Enviada em 02/08/2023

Desde a primeira revolução industrial, a poluição derivada das tecnologias, principalmente dos automóveis, aumentou exponencialmente. No Brasil contemporâneo, não é diferente: os automóveis são grandes responsáveis por problemas ambientais e pela piora na qualidade de vida e milhões de brasileiros, principalmente nos grandes centros urbanos. Deste modo, é necessário compreender os desafios para reduzir a poluição provocada pelos veículos para que possam ser superados.

O cientista estadunidense Carl Sagan, em seu livro “O Mundo Assombrado Pelos Demônios” fala sobre como as empresas ignoram a ciência no que diz respeito aos impactos das suas tecnologias no meio-ambiente e saúde dos cidadãos. Apesar do fato de que muitas fabricantes de veículos automotores já implementam tecnologias para redução de emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa, destruição da camada de ozônio - e consequente aumento da incidência de luz em espectro ionizante, que pode causar problemas como o câncer de pele - e problemas de saúde associados à inalação de monóxido de carbono, muitas outras ainda não possuem tal preocupação. São estas empresas fundadas em princípios arcaicos, que não se preocupam com aquilo que não afeta diretamente a macrocaptação de dinheiro.

Além do mais, grande parte dos veículos ativos nas cidades são antigos e não contam com meios de redução da poluição. O cientista e apresentador Neil DeGresse Tyson afirma que a humanidade deve olhar em retrospecto para sua história, e repara-la através da ciência. Logo, faz-se necessário um meio de reduzir a poluição provocada por estes automóveis também.

Diante do exposto, torna-se evidente que as empresas precisam implementar as tecnologias de redução dos gases poluentes pelos veículos em todos aqueles que não foram implementados, novos e antigos, para a melhora da qualidade de vida das pessoas. Assim, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação criar um nível de poluição “aceitável” e taxar as fabricantes que excederem o limite. Além disso, o Ministério supracitado deve também fazer parceria com estas empresas para a implementação e adaptação dessas tecnologias aos veículos antigos. Apenas assim, um Brasil mais ecologicamente correto será criado.