Caminhos para reduzir a poluição provocada por automóveis

Enviada em 11/10/2023

A Constituição de 1988, documento mais importante do país, prevê em seu artigo 5º o direito de ir e vir de cidadãos brasileiros, garantindo sua liberdade de locomoção. Contemporaneamente, essa diretriz se mantêm, porém o seu uso alocado ao uso excessivo de automóveis contribui para malefícios sociais. Nesse prisma, destaca-se o aumento do aquecimento global e o uso de transporte público.

Em primeira instância, faz-se necessário mencionar as consequências climáticas. Na obra cinematográfica “Don’t Look Up”, estreada por Leonardo DiCaprio, retrata a contagem regresiva da vida do planeta Terra ao deteriorarem o aquecimento global devido, principalmente, ao grande uso de veículos movidos à fontes não renováveis de energia. De maneira similar ao filme, no Brasil os problemas permanecem, de maneira que apenas 27,4% da poluição atmosférica não provém de automóveis, prejudicando a população e o planeta Terra.

Outrossim, evidencia-se o uso de transporte público. Durante a Pandemia da COVID-19, impulsionou-se os impactos à mobilidade urbana, na qual, após medidas de restrição e isolamento social, houve uma diminuição do uso de veículos públicos, surgindo como alternativa o uso de aplicativos de motoristas privados ou utilizar o próprio carro. Assim, após esse período trágico, o número de usuários aumentou, porém ainda é preciso de um incentivo e melhorias aos problemas, como o trânsito.

Portanto, são necessárias medidas que reduzam a poluição provocada por automóveis. Cabe, então, ao Ministério dos Transporte, principal gestor de transporte público, que amplie as linhas de funcionamento, por meio da implantação de mais trabalhadores capacitados, para que assim, exista o incentivo à utilizar o transporte público e consequentemente diminua o uso de veículos de locomoção próprios.